O amor é paciente. Isso não é uma frase qualquer, é mais intensa do que a gente imagina. É normal perder o controle, não está afim de conversa ou ficar nervoso, é ser ser humano, não? É normal também não querer ouvir, querer ficar só. Só não é normal descontar sua raiva, seu desconforto e suas intrigas interiores em quem não tem nenhuma ligação com isso. Esses tipos de situações afastam quem e quer bem e te fazem esquecer que por sermos imperfeitos precisamos mais de compreensão do que de julgamento. É preciso um pouco mais de paciência, o mundo precisa, porque ser paciente faz parte da função amar.

Precisa-se de paciência com quem não sabe falar, com quem é criança, idoso, deficiente, com quem tem opinião própria ou seja, diferente. Paciência no trânsito, no trabalho, em casa, com quem amamos e com quem não conhecemos. Paciência é um dom divino, é ter equilíbrio, é saber ser humilde e compreensivo, reconhecer que ser assim é ser sábio e não ser é ser tolo. Ser paciente é enxergar com os olhos do coração, é pensar dez vezes antes de falar algo e na raiva respirar profundo para não ofender quem tanto nos quer bem. Paciência, todo mundo precisa e sabe, mas sabem ser bem teimosos ao ponto de não querer tê-la.

Deixo pra vocês a música ‘Paciência’ do Lenine:

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