Não sou poeta ou algo do tipo e não espero que me vejam como uma. Me contendo com o que tenho; se sou ou não fica a critério de quem ver. Gosto dessa coisa de rimas, de como as palavras formam uma melodia e tiram o meu fôlego. Tenho palavras em mim que insistem em sair de várias formas e eu as deixo saírem, de todos os jeitos, o importante é que saiam. Palavras presas sufocam e sufoco causa a falência delas, e a alma sem palavras não passa de uma árvore oca.

Há quem faça bom uso delas, quem as desprezam e quem as possuem como tesouros maiores. Eu as tenho como amigas, são conselheiras, são minhas confidentes, não me vejo sem elas. Imagino que viver sem o uso delas para mim é tornar a minha vida pacata, vazia e chata.

Pretendo pôr todo o sentimento que houver nelas; toda a dor, a alegria, a vergonha, a força e a verdade. Não quero colocar mentiras e sentimentos que não sinto e tampouco palavras que não descrevam o que quero dizer. Não gosto de falsidade e não faço falsas as minhas palavras. Sempre serei sincera ou silenciosa. Direi o que for preciso, as palavras certas ou se não puder, ficarei em silêncio, evitando assim o falso.

As palavras me fazem ver a verdade quando o mundo está cheio de mentiras. Posso eu jogá-las foras? Não seria tão louca!

Loiana Carla

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