Todos somos dramas, poemas, lágrimas, novelas mexicanas
Todos somos um, diferentes, parentes e impacientes
Todos somos todos,
Assim sendo inteiros, louros, mulatos, afros,
Brancos, pardos, amarelos e cores mais.
Todos somos humanos, sem menos e nada,
Somos apenas humanos, andando nessas estradas.
Estradas da vida alheia, difícil mesmo de enxergar.
Vamos que vamos, minha gente
Não podemos parar
É risco que se corre por acreditar
Vamos, já que somos tudo isso
Olhar o paraíso através do vidro
E não deixar de contar
Para aquela criança,
Aquela pessoa,
Aquela gente de rua:
”Não parem de sonhar!”.

Loiana Carla

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